top of page

Qual é a origem conceitual da GB Arquitetura e Consultoria?

21 de set.
2 min de leitura
Forma abstrata branca em espiral/oval sobre fundo marrom, criando efeito de movimento e profundidade.
Imagem 1: marca proposta para a representação conceitual da GB arquitetura e Consultoria

Esta marca nasce de uma trajetória de pesquisa e de uma maneira particular de olhar para o espaço amazônico. Há mais de dez anos, desde a iniciação científica, investigo os processos de modernização e sua relação com a produção do território amazônico. Ao longo desse percurso, uma pergunta permanece: como transformar essa compreensão em uma forma própria de fazer arquitetura?



A marca é uma primeira síntese visual dessa investigação.



Retorno, para isso, a símbolos presentes na representação histórica das cidades amazônicas. Belém, por exemplo, traz o Sol em seu escudo. Aqui, porém, ele deixa de ser apenas um emblema e passa a representar movimento: o círculo solar em seu deslocamento contínuo, percebido a partir da posição relativa da Terra.



Dessa convergência nasce a imagem de uma dança infinita. Um movimento que faz pensar nas águas, nas terras e nas pessoas; em um território marcado pela transformação permanente, entre aquilo que se fixa e aquilo que flui.



É nessa condição que encontro uma imagem para minha própria arquitetura.



Não me interessa pensar a Amazônia apenas como um repertório regional ou como uma categoria delimitadora. Interessa-me compreendê-la como um campo capaz de produzir questões de alcance universal. Pode-se compreender o todo a partir de uma parte? Pode a experiência amazônica gerar novas respostas para problemas que, embora concretamente locais, também são universais?



Essa pergunta aproxima pesquisa e prática. Depois de mais de cinco anos projetando espaços destinados à vida cotidiana, interessa-me investigar como transformar a leitura crítica do território em espaços capazes de responder às necessidades reais das pessoas, conciliando reflexão, técnica, viabilidade e as condições concretas do mercado.



Assim, esa marca não representa apenas uma identidade. Ele marca uma passagem: da pesquisa para a operação espacial; do território como objeto de investigação para o território como fonte de projeto.



Uma arquitetura que nasce de um lugar sem se limitar a ele.



É a partir dessa perspectiva que convido a todos a conhecer e participar dessa maneira de conceber arquitetura.

 
 
 

Comentários


bottom of page